sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Eu e meus avessos


Eu sou meus avessos, sou a vontade que não passa, sou saudade que não mata, sou calor no inverno e frio no verão, outono cheio de flores e primavera em tons de marrom.
Sou um pouco do que vivi, do que vi, do que aprendi e de tudo que de alguma forma em um determinado momento me fez “pensar” com os poros. Sou tudo que chorei tudo que sorri tudo o que me deixou feliz e infeliz, tudo que me fez respirar mais fundo e tudo que me fez perder o ar.
Sou em fim um eterno recomeço, de tudo que fui ontem através dos meus avessos.

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